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Clínica Dr. Cabral Barreto

Mamoplastia de redução

As mulheres com seios grandes ou flácidos sentem-se descontentes com a sua aparência e queixam-se de excesso de peso na região peitoral. Daí a necessidade da mamoplastia de redução. É de acrescentar ainda o facto de além de lesões na pele (intertrigo) e das marcas deixadas pelo «soutien», podem sofrer deformações da coluna dorsal (cifose) e dos ombros, que têm tendência a colocar para adiante, a fim de disfarçarem o gigantismo do busto.

Como consequência destas posições viciosas surgem dores nas costas e na região peitoral. Por outro lado a dificuldade em obterem vestuário adequado e o embaraço que sentem ao praticarem desporto são razões adicionais que justificam o desgosto e mal-estar destas mulheres. 

FACTORES QUE LEVAM AO GIGANTISMO e PTOSE DOS SEIOS ENDÓCRINOS – OBESIDADE – GRAVIDEZ

ENDÓCRINOS

Em algumas adolescentes verifica-se uma resposta exagerada ao estímulo hormonal, levando a casos de extrema gravidade verdadeiramente patológicos. Em certos casos, felizmente raro, o seio continua a desenvolver-se, mesmo depois de uma operação de redução mamária.

OBESIDADE

Se bem que o volume do seio tenha pouco a ver com o grau de adiposidade geral, o emagrecimento produz uma redução do seu volume, mas nunca em proporção com o restante organismo. É aconselhável que o paciente se mantenha perto do seu peso ideal, de acordo com a sua estatura, dado que flutuações do mesmo em nada favorecem os resultados da operação.

GRAVIDEZ

Os casos mais frequentes são os das mulheres que tendo já um tamanho mamário acima da média engravidam. Durante o período da gestação o seio sofre um desenvolvimento progressivo que se acentua durante a amamentação. Passada esta fase glândula sofre uma redução que não é de igual modo acompanhada pelo revestimento cutâneo. O seio apresenta-se então flácido, ptótico ou «quebrado» A operação para reduzir o tamanho das mamas, pode ter um fim puramente estético ou curativo, pois neste segundo caso, mamas grandes podem acarretar alguns problemas de saúde, nomeadamente com repercussões sobre a coluna vertebral, provocando dores nas costas.

A OPERAÇÃO

Existem inúmeras técnicas para reduzir o volume, o tamanho das mamas e o seu «levantar».
Desde há muitos anos que todas elas se baseiam no princípio de serem o mais fisiológicas possível, quer dizer, manter a sensibilidade, a vascularização da mama e conservar galactóforos suficientes que permitam amamentar, se necessário.
O que difere nessas técnicas são as cicatrizes resultantes, a sua localização e o seu tamanho.
A mais comum é com cicatrizes finais em «T» invertido ou em «L». A cicatriz situada em torno da aréola, que existe em todas as técnicas, fica praticamente impercetível pela transição do tipo de pele Outras incisões, como em «I», «T invertido /J» ou peri areolares, são possíveis.
A técnica utilizada pelo Dr. Cabral Barreto é conhecida como de «cicatriz vertical», no entanto, dependendo do tamanha da mama, a cicatriz pode ter quer ser feita a volta da aréola mamária, ou em forma de um T invertido.

Mamas muito grandes designam-se por Gigantomastias, e mesmo estas podem ser reduzidas com esta técnica, salvo nas gigantomastias muito acentuadas.
Durante a consulta é feita a avaliação para saber se esta técnica é a mais indicada.